Julio Cesar
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Candidato a Vereador - Pesquisador da Sinarquia.

Entendemos que a formação de consciência social, mesmo que assentada sobre senso comum, está em constante mutação dado o próprio contexto de sociedade e cultura; entendemos que a sociedade contemporânea está inserida num processo de mudança onde as novas tecnologias são as principais responsáveis pela transmissão da informação e, obviamente, onde se assenta a melhor e mais econômica possibilidade de geração de aprimoramento cultural, adejem o próprio mensurar, pois se podem colher dados devido aos fatores de “redes de conhecimento” proporcionados pela tecnologia da informação, por isso, será através delas que apresentamos essa proposta para construirmos uma possibilidade de evolução sociocultural e amadurecimento dos conceitos econômicos, onde o foco será a interação entre senso comum e o Estado, sendo que o senso comum se apresenta através das pessoas e o Estado através dos políticos, comprometidos com esta causa, Política Participativa.

A democracia é algo que só se aprende praticando, o problema maior, a bem ver, não é assegurar a maior participação, mas sim fazer com que as regras do debate, da ponderação e reflexão, se realizem a partir das propostas e não de julgamentos que se inflam em paixões de caráter pessoal e subjetivo, de quem quer que seja, ressalvo obviamente compreendermos que a vontade geral é muito mais importante que a de um só.

Imaginemos o próprio senso comum, hoje norteador de convicções partidárias em um espectro político que se regula pela polarização e, que a seu tempo tem feito a política progredir, entretanto, se o senso comum se colocar como norteador futuro na era da informação; encontraremos justamente o seu conflito com o bom-senso e, assim como essa ideia surgi do mais honesto observar do contexto político nacional, um ponto de curva deste conflito pode aparecer e nele outros moldes de reflexão. Possibilidade essa que irá revelar, se não pelo descaso do homem comum para consigo mesmo, do homem público para com o engendramento que figura, um novo estado de consciência. Não mais pelo desgaste de uma polarização que se reconstrói na figura de um político salvador, mas sim, entre o senso comum e o bom-senso, equilibrando a balança do saber, para que as perspectivas desta era se apresentem com valores intrínsecos ao em comum, dado o burilar dos acontecimentos que esse modelo de Política Compartilhada proporciona a humanidade.

Pois, se o espetro político não resolve, não podemos tentar outra abordagem?

Convidamos a todos para participarem desse projeto, auxiliem nessa caminhada, construam, sejam, essa árdua etapa que em nós mesmos primeiro é, para depois se ir ao em comum.

Nossa em essência, política, este em tudo, partidos, são só uma forma de a fazer... Parte de um todo, da vida, onde o que somos e como nós representamos para o entorno fica exposto, visto que a política é assimilar o seu mundo para se completar no do outro.

Nunca esquecem que a política não torna ninguém melhor pior ou melhor, apenas mostra o que cada um é! “Jorge Antonio Oro.”

Pensem, que iremos com certeza progredir, sempre!