Julio Cesar
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Candidato a Vereador - Pesquisador da Sinarquia.
Como será possibilitada essa intervenção, constante?

Nesse primeiro momento, através do processo legislativo, elegendo Vereadores para praticar o papel de emissário e que se comprometam com a causa da Política Participativa e respeitem a intervenção popular contínua. Compartilhamos a ideia, que o legislador deve abandonar o papel de representante e trabalhar como emissário, respeitando a vontade do povo, se instruindo a agir pelo processo democrático direto, ou seja, a intervenção.

MAS ELEIÇÕES SÃO DE QUATRO EM QUATRO ANOS! COMO SERÁ FEITO?

Nossos esforços estão em proporcionar um sistema de votação on-line e ou plebiscitário, no qual firmamos o respeito à vontade coletiva e onde estabelecemos que “uma democracia real” é o exercício continuo do posicionamento popular, isso possui várias denominações como, – Democracia Experimental, Democracia Participativa, Democracia Compartilhada ou Política Participativa.

Ao focarmos na informação sucessiva ao cidadão, dos tramites legislativos e executivos, também como do comportamento de figuras públicas através de comissões e reuniões que ensejaremos transmitir ao vivo , expomos toda e quaisquer ações políticas partidárias ou pessoais, na verdade, gerando a possibilidade de que se observe intenções de partidos, políticos ou entidades, para que, quando não baseadas no dever pelo dever, possamos de fato intervir e, no alento da posição pública, façamos valer a vontade de todos e não de um ou alguns.

Se observamos como é hoje o processo, o Vereador segue a posição do partido, o que se denomina voto de BANCADA. Por outro lado, o Vereador que segue os valores da Política participativa respeitará nossa intenção quando votarmos no sistema on-line ou em plebiscito, para que assim se conduza o posicionamento final dele, como o de emissário!