Julio Cesar
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Candidato a Vereador - Pesquisador da Sinarquia.
Primeiro buscarei legitimar a “ plataforma de desenvolvimento”, ou seja:

Provocar os seguintes aspectos legais como justificava:

Usar os instrumentos previstos no artigo 48 da LEI COMPLEMENTAR Nº 101, DE 4 DE MAIO DE 2000 e outros do Estatuto da Cidade LEI Nº 10.257, DE 10 DE JULHO DE 2001 para justificar o método consultivo; usar as exigências da LEI Nº 12.527, DE 18 DE NOVEMBRO DE 2011 para justificar o Desenvolvimento de um Software para atender a transparência da referida LEI; já o desenvolvido, se deste software se dará por participantes de programas sociais que adquiriram a profissionalização especifica, amparado isso pelo DECRETO Nº 8.243, DE 23 DE MAIO DE 2014 e ainda. o próprio valor excedente ao piso de professor nos ganhos do Vereador.

No tangente aos Cargos de Provimento em Comissão, já que não há como extinguir completamente funções que dependam da confiança de quem nomeia, mitigar, para criar a exigência de que recaia a escolha em servidor de carreira, também como, profissionalizando tecnicamente estes e outros participantes de programas sociais para ocupar posições de foro técnico, tanto para elaboração e aprimoramento destes programas, como para orientar o bom-senso da intervenção popular na Administração Pública.



No segundo momento, sua execução respeitando teoricamente, estes aspectos:

Provocar os seguintes aspectos sociais, culturais e econômicos:

Com o desenvolvimento de uma “APLICAÇÃO WEB”, ou seja, um programa de computador que funciona via internet, tendo como princípio norteador permitir a participação continua da sociedade na política, que, ao exercer influência nas decisões legislativas e executivas, cause mudanças sociais e culturais a ponto de alterar o senso-comum. Nossa idealização teórica se dá incialmente no conceito democrático da Grécia clássica; corporificando-se no formalismo ético de Kant para se sustentar no dever pelo dever; fundamentalmente se atualiza nas perspectivas urdidas no conceito de Estado Social apresentadas por Hermann Heller, consideramos ainda, pela didática e assertividade, Mário Lucio Quintão Soares em sua Teoria de Estado onde, somamos a essas construções os elementos da Teoria Constitucional Da Democracia Participativa de Paulo Bonavides;

Pôr fim, utilizando as estruturas da Sociedade da informação na política, inserindo a técnicas de redes de conhecimento, contextualizando o que hoje melhor expressaria como realização a Democracia Compartilhada, onde, focar o desenvolvimento local na “cidade geradora” “Tavares”, proporciona geração de propriedade intelectual, agregando valor a causa, conhecimento que estabelece aspectos microeconômicos como o da economia da informação.